Esses dias recebi da Gabriela Morena – UFSCAR um e-mail com o texto reproduzido abaixo.
Me fez refletir bastante sobre alguns conceitos que não concordo, que tenho revisto; por isso resolvi torná-lo tema de um post.
Para refletir e absorver este conhecimento…
Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.
Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancada.
Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que lhe bateram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra ao novato.
Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato.
Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:
“Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui…”
Não perca a oportunidade de vez em quando, se questionem porque fazem algumas coisas sem pensar…
“É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO“
(Albert Einstein)
Parece-me que é isso que passamos atualmente na área de Biblioteconomia e Ciências da Informação; hábitos, técnicas e métodos já consagrados e arraigados que não temos coragem de revê-los, de repensá-los, de adequá-los as necessidade do usuário atual.
Gente, vamos repensar!
14, Dezembro 2008 às 6:07 pm |
Mudança em geral, ainda é sinônimo de terror e têdio para as “velhas” gerações, mas, para as novas gerações, principalmente graças à informática, que está em constante evolução, elas estão em geral abertas às mudanças. Há mais criatividade. Independente disso, tenho por teoria que a maioria das pessoas estão em lugares errados, desempenham funções por obrigação e não por amor, não há realização nem satisfação pessoal, em câmbio, quando se ama o que se faz se procura melhorar e fazer da melhor forma possível. O amor não se conforma, o têdio se conforma com tudo, é indiferente. Os principais fatores que induzem a seguir caminhos errados: pressão familiar, dinheiro, status e desconhecimento. É triste ver uma grande quantidade de jovens seguirem carreiras erradas sepultando seu potencial a cada dia que passa. O que se pode esperar deles?. Algum dia eles pensarão: Ah!…se eu soubesse!. Me desculpem por alongar-me, mas é um tema que não deixo de falar com os jovens que frequentam meu local de trabalho, e graças a Deus tenho visto algumas mudanças. A dúvida que a maioria dos jovens têm é qual carreira escolher. Eles dizem não saber. Não sabem porque não conhecem e para conhecer, lhes falo que tem que tomar conhecimento, investigar, experimentar por eles próprios, tem que ser uma escolha totalmente pessoal. Geralmente eles têm medo de confessar que não sabem, quando lhe digo que isso é uma dúvida tremendamente natural. Como podem saber se não conhecem?. Indico o caminho do conhecimento, onde encontrarão com certeza seu próprio caminho, onde encontrarão pedras, porém será o seu caminho e não o dos outros.
13, Dezembro 2009 às 10:04 am |
I am often looking for recent informations in the net about this matter. Thankz.