Tenho pensado muito sobre as metodologias de classificação usadas atualmente nas bibliotecas.
Com os recursos tecnológicos para recuperação da informação existentes hoje, fico me perguntando:
- Será que CDD, CDU, Tabelas Pha e Cuttler e etc. não continuam sendo utilizados mais como tradição da biblioteconimia? Para manter a compatibilidade?
Tudo bem que são recursos já testados, aprovados, sacramentados e etc; mas acredito muito que já passou da hora de ao menos repensarmos sobre essas metodologias de classificação.
Quando li a matéria que uma biblioteca do Arizona havia abandonado o CDD, percebi que posso não estar completamente certo; mas radicalmente errado?
1, Julho 2007 às 7:27 pm |
Roberto, achei uma frase que vai de encontro com seu pensamento
“A classificação é um tropeço na recuperação da informação” (Dahlberg, 1977 : p. 71)
2, Julho 2007 às 8:47 am |
De pleno acordo.
Penso que com tantos recursos disponíveis para recuperar uma informação, porque classificá-la de acordo com métodos tradicionais? Não consigo entender as vantagens. Alguém pode me explicar?
3, Julho 2007 às 10:05 am |
O que está sendo discutido hoje é que o que funcionava para organização da informação no ambiente físico não funciona em ambientes digitais. E também, em relação a CDD e CDU o abandono está mais relacionado em adotar um sistema que faça mais sentido para o usuário do que para o bibliotecário. Então, algumas bibliotecas estão adotando o mesmo modelo de organização dos livros nas estantantes adotados pelas livrarias.