Temos aí um vídeo produzido pelo pessoal de Audiovisual durante a ocupação do prédio da reitoria em SP.
Sem dúvidas mostra declarações reivindicatórias de alto teor político.
Será esse o caminho?
E o outro lado?
Temos aí um vídeo produzido pelo pessoal de Audiovisual durante a ocupação do prédio da reitoria em SP.
Sem dúvidas mostra declarações reivindicatórias de alto teor político.
Será esse o caminho?
E o outro lado?
Uma boa iniciativa do pessoal de CID da UNB foi a construção de um glossário geral de termos vinculados a Arquivologia, Biblioteconomia e Ciência da Informação.
As consultas são feitas on-line no link:
http://www.cid.unb.br/publico/setores/100/123/sistema/m0039015.htm
Uma opção de consulta de termos de interação digital, também está disponível no blog do Fabiano Caruso sob o título Glossário.
É uma versão mais techno, bem nos moldes 2.0 como ele trabalha.
Vale a pena a visita.
Tenho pensado muito sobre as metodologias de classificação usadas atualmente nas bibliotecas.
Com os recursos tecnológicos para recuperação da informação existentes hoje, fico me perguntando:
- Será que CDD, CDU, Tabelas Pha e Cuttler e etc. não continuam sendo utilizados mais como tradição da biblioteconimia? Para manter a compatibilidade?
Tudo bem que são recursos já testados, aprovados, sacramentados e etc; mas acredito muito que já passou da hora de ao menos repensarmos sobre essas metodologias de classificação.
Quando li a matéria que uma biblioteca do Arizona havia abandonado o CDD, percebi que posso não estar completamente certo; mas radicalmente errado?